RESENHA DO FILME: Tão Forte Tão Perto

Diretor: Stephen Daldry  
Elenco: Tom Hanks, Sandra Bullock, John Goodman, Max von Sydow, James Gandolfini, Jeffrey Wright, Thomas Horn, Adrian Martinez, Zoe Caldwell, Gina Varvaro 
Produção: Scott Rudin
Roteiro: Eric Roth
Duração: 129 min.
Ano: 2011
País: EUA
Gênero: Drama
Distribuidora: Warner Bros.
Classificação: 12 anos
Oskar Schell (Thomas Horn) é uma criança excepcional: inventor amador, admirador da cultura francesa, pacifista. Aos 11 anos de idade, ele encontra uma misteriosa chave que pertencia a seu pai, que morreu no atentado às Torres Gêmeas no dia 11 de setembro de 2011, e embarca em uma jornada secreta pelas cinco regiões de Nova York. Enquanto vaga pela “Grande Maçã”, Oskar encontra pessoas de todos os tipos.
Gente, que filme perfeito. De verdade. Criativo, comovente, diferente e super bem bolado. Acabei de assistir e ainda estou um pouco sem palavras. Quando ouvi falar nesse filme, a primeira coisa que eu disse (provavelmente) foi: Ah, vou chorar horrores! E de fato, eu chorei. Não o tanto que eu imaginava, mas assumo que em diversas partes do filme, mesmo que não sendo a intenção do diretor, alguma coisa me chamava atenção e ai meu coração ia encolhendo, encolhendo até que explodia em milhões de pedaços bem pequenininhos.
IMPOSSÍVEL não se comover com a atuação do ator principal. Fiquei impressionada, de verdade, de como um garoto tão pequeno, novo e com cara de bebê pode me fazer sentir todas aquelas emoções. Foi diferente ver a Sandra Bullock em um filme mais de drama e a sua atuação foi excelente! É claro que o Tom Hanks não decepciona né gente? Dã.
Inspirado no best-seller homônimo de Jonathan Safran Foer, o filme foi alvo de duras críticas por usar um acontecimento ainda mal digerido pelos americanos de forma considerada manipuladora, buscando deliberadamente o choro e a comoção. Isto, na verdade, não chega a ser um problema de fato. O filme mostra a tristeza do garoto, levando-nos a se colocar em seu lugar e partilhar de seu sofrimento. Sim, há algum exagero, mas as reações humanas diante da dor não são, por vezes, intensas e inesperadas? Por outro lado, o roteiro de Eric Roth o transforma num moleque chato e mimado por vezes, como seria uma criança real.
Tão Forte Tão Perto mostra em detalhes o impacto que um fato como aquele pode ter na vida de uma família – e, em especial, no cotidiano de um menino como Oskar, que sofre da Síndrome de Asperger.Talvez o que tenta incomodado parte da audiência americana tenha sido o fato do longa tratar o assunto com certo distanciamento, mostrando que outras tantas tragédias pessoais antecederam o atentado e continuam acontecendo em diferentes pontos de Nova York e do mundo.
Acho que é um filme que vale a pena ser assistido! Além de me fazer perder a noção do tempo, me fez ficar com vontade de ler o livro, e me emocionar de novo e de novo ♥
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Um comentário sobre “RESENHA DO FILME: Tão Forte Tão Perto

  1. Esse filme é lindo! em todos aspectos em captar um drama numa fase dificil de juventude… no que um ato terrorista pode acarretar na vida das pessoas, e as cicatrizes… eu chorei horrores… dizem que o livro é melhor ainda!

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