Entre Aspas: Enquanto valer a pena

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Conheço uma garota que conheceu um cara. Eles se tornaram amigos há algum tempo. Ótimos amigos, aliás. Saiam para beber de vez em quando. Encontravam-se no metrô sem querer. Conversavam sobre tudo, de um jeito que ninguém mais entendia. E as pessoas gostavam de tentar fazer isso o tempo todo.

Ele, um louco. Ela, uma apaixonada por loucos.

Essa tal garota falava, escrevia e tatuava tudo o que bem entendia. E o que não entendia também. Dragões. Rosas. Flores. Corações. O infinito. Buscava resposta nas páginas dos livros. Diziam que ela estava perdida no labirinto que criou antes de dormir. Draminha. Mas eu, que me identifico com na maioria das vezes, chamo isso de sentir e assumir sem ter uma gotinha de medo. Queria ser um pouco assim. Você também.

O garoto, pelo que me contaram, ainda não sabia lidar com um monte de coisas. O passado. Havia uma lista abandonada na segunda gaveta do armário. Última página do bloquinho. Poucos nomes, uma ordem.

Em uma noite qualquer, vulneráveis como sempre, eles se beijaram. Uma. Duas. Três vezes. Parecia tão simples. Coisa de centímetros. Entre as cadeiras. Depois, entre os lábios. Ele não tinha muita certeza. Ela nem se importava.

Agora as coisas entre eles estão meio bagunçadas. Indiretas coladas na parede da sala. Ele apagou a luz. Esta ali, mas não quer ver. Acho que não quer machucá-la. Não quer perder a amiga, mas também não quer ver a amiga sofrer para sempre. É a vítima e o culpado ao mesmo tempo.

Quanto tempo de espera? Ela quis saber.

Como ele não diz, digo eu: Não existe resposta. Existe pôr-do-sol. Um depois do outro.

Gosto da garota e admiro o garoto. Quero que eles sejam felizes. Como amigos, como amantes, como almas que se entendem. Dia sim, dia não. Enquanto valer a pena.

(Encontrei esse texto no blog Depois dos Quinze e quem escreveu foi a Bruna Vieira. Gostei tanto que simplesmente tive que postar. <3)

Entre aspas: O meu jeito de dizer que te amo

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Grita baixo que é pra felicidade não fugir pela janela. E corre para os meus braços, só pra eu lembrar a todo instante que você é todinho meu. Eu preciso sentir de novo que aqui é o meu lugar. Que você é o meu paraíso perfeito.

Eu não quero parecer uma dessas loucas apaixonadas, mas eu olho para você e um sorriso instantâneo abre em meu rosto. Ah, se você soubesse o barulho que você faz aqui dentro. Eu, sempre tão controladora, não sei para que lado ir quando você aparece e deixa tudo do seu jeito. Quando dou por mim, a loucura já chegou e se instalou por aqui. Fico boba, doida, louca. De um jeito que só você sabe fazer.

Você é tudo que eu nunca soube que amaria. Mais um desses caras normais que eu jurava que não me encantavam. Até que um dia você resolveu abrir esse sorriso e minhas certezas foram para o espaço. E o meu espaço, você invadiu, e roubou, sem pedir permissão, toda a minha calma, a minha alma e o meu coração.

Eu tenho medo de dizer que eu te amo muitas vezes e as palavras fugirem de mim. Eu tenho receio de falar demais e alguém capturar o sentimento que é só meu. Tenho pavor que alguém apareça pra te roubar pra longe. E que um dia você aceite me deixar por aqui. E, por isso, eu não queria te amar. Eu não queria sorrir como boba quando você fala um bom dia qualquer. Não queria essa tremedeira quando você cruza aquela porta. Nem queria perder o controle no primeiro riso torto que você solta pra mim.

Mas não faz assim. Não me olha com essa cara de cachorro sem dono, porque dona você tem. Eu sei que disse que não queria me apaixonar, mas nós já passamos dessa fase. Chega aqui, pega o seu lugar, se instala do jeito que quiser. Eu não vou te impedir de me ter, não vou fugir, nem vou ter medo de dizer, nem que seja bem baixinho: “ei, eu amo você”.

Texto escrito por Karine Rosa. Ela é dona do blog KarineRosa e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥

Entre aspas: A hora certa de me apaixonar

texto-amor-adolescenteVocê me aconteceu em uma quinta-feira cinzenta, movimentada e corrida. Nada parecido com as comédias românticas que eu costumava assistir. E foi me conquistando aos pouquinhos. Primeiro, com seus gostos tão parecidos com os meus. Depois, com seu jeito carinhoso de me mostrar seu ponto de vista. E, por último, para me ganhar de vez, usou toda a sua capacidade de provar para o mundo a força da palavra amizade.

Com você eu não achei que era amor. Eu já tinha achado que era amor outras vezes, estava tentando evitar a palavra. Achei, uma vez, que era amor em um sorriso galanteador, desses que você esbarra e perde o ar. Olhei para o dono do sorriso e pensei: tô pronta. Óbvio que eu não estava pronta. Mas eu achei, como sempre, sempre acho. Achei que o amor ia aparecer naquele sorriso, que eu ia ser feliz como nos contos de fadas, coisa e tal. Não ia. A graça do sorriso passou no primeiro beijo.

Depois foram uns olhos azuis que achei que iam me ganhar. Tão bonitos, desses que parecem com o oceano. Achei que eram eles. E eles me olharam. E eu pensei: é agora! De novo, eu achei. Que tinha aparecido, finalmente. O tal cara da minha vida, que sempre falavam. O tal do cara certo, aquele que ia mudar tudo por aqui. Mas não era. Não era o cara, nem a hora.

Você não. Você apareceu enquanto eu não estava olhando. Apareceu enquanto eu estava concentrada em ler um livro, cortar o cabelo, fazer um novo curso, conhecer um novo bar, assistir a um novo filme. Você me apareceu enquanto eu olhava para todos os outros lados, sem, na verdade, procurar nada. E, de relance, distraída e despretensiosa, acabei achando: você.

Você e o seu sorriso sem grande coisa. Você e seus olhos castanhos. Você e sua normalidade. Você e sua loucura. Você e sua mania de ser lindo ao não ser o cara mais bonito do mundo. Você e suas palavras sinceras. Você e seu jeito admirável de ser fiel, leal, justo, inteligente e humilde. Você e suas frases de apoio, sua força, seus risos e sorrisos. Você e seus defeitos, suas falhas, suas faltas, seus buracos e suas ausências. Você e a lição de que não há por que esperar que seja a hora de viver um grande amor. Porque, depois que você surgiu, eu aprendi que o amor de verdade é mil vezes maior do que eu podia imaginar. E aparece sem aviso, sem hora marcada, sem perguntar “tá preparada?”. Acho, sei lá, que o amor de verdade é um tapa na cara que te acorda pra vida. Tipo você. Que, sem que eu percebesse, me ensinou o que era o amor.

Texto escrito por Karine Rosa. Ela é dona do blog KarineRosa e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥

Entre aspas: Meu futuro amor vai ser assim

2509912367346198865Meu futuro amor vai ter jeito de domingo à tarde com a família. Vai ter uma pinta no canto esquerdo do rosto, que vai ser meu xodó. Vai ter a covinha mais linda que já se viu por essas redondezas. E o mais encantador sorriso torto que eu já esbarrei por aí. Vai ter um abraço de urso que vai me fazer ter a certeza de que problema nenhum pode arrancar meu chão. Vai ter braços com o poder de me fazer fugir da realidade. E o beijo mais perfeito que meus lábios já experimentaram durante todos esses anos.
Meu futuro amor vai ter o tamanho exato para acolher meu corpo. Vai ter cheirinho de lar, doce lar. Vai ter um jeitinho só dele de me mostrar o mundo de um jeito que eu nunca vi na vida. Meu futuro amor vai me ensinar francês. E me levar a lugares que normalmente eu não frequentaria. Vai me fazer crescer, vai me fazer viver, vai me fazer imaginar uma vida inteira diferente. Vai ter um roteiro de viagens incrível. Vai ter a coragem de ir contra tudo e contra todos, de realizar as coisas mais improváveis, mesmo quando todos disserem que nós somos loucos.
Meu futuro amor vai ter uma prancha para usar todos os finais de semana, um violão para tocar minhas músicas preferidas e um sonho para realizar ao meu lado. Vai ter os planos mais sensatos e os objetivos mais insanos. Meu futuro amor vai ter um riso frouxo, uma alma descontraída e o maior bom humor do mundo. Meu futuro amor vai assistir aos meus filmes preferidos ao meu lado. E me abraçar quando eu tiver medo assistindo aos filmes de terror dele. Meu futuro amor vai ter a sabedoria de me amar como um homem maduro e a leveza de me fazer rir como uma criança sapeca.
Meu futuro amor vai ter a paciência de ouvir meus dramas. A calma de aguentar minhas crises. A delicadeza de limpar minhas lágrimas. A força de me aguentar no colo. A sabedoria de me dar a mão quando tudo parecer ruim e triste e pesado. Meu futuro amor vai ser comédia, suspense, romance, drama e novela mexicana. Meu futuro amor vai ter a capacidade de me roubar um sorriso. E roubar mil beijos. E roubar, inteirinho, meu coração.
Mas, ainda que não haja a covinha para ser meu xodó. Ainda que não haja tanta compreensão. Ainda que não haja o mais perfeito sorriso torto, o melhor abraço do mundo, tanta delicadeza, força e sabedoria. Ainda que não haja nada disso: tudo bem. Que não tenha nada disso, que não seja nada disso, que não seja assim e seja quase nada perfeito. Mas que tenha, apenas, o único que lhe exijo, sem aceitar migalhas nem ilusões: amor. Que tenha amor, pura e simplesmente amor, o mais forte possível amor, só amor. E basta
Texto escrito por Karine Rosa. Ela é dona do blog KarineRosa e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥

Entre aspas: Portas arrombadas

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Escuta, não é assim. Você não pode entrar, tirar o sapato e colocar o pé na minha mesinha de centro. Quem disse que você podia pegar meu controle remoto e mudar de canal? Calma, eu não te autorizei a abrir minha geladeira e escolher o que vai fazer para almoçar. Não dá para você ir entrando assim como se fosse o primeiro que passa por aqui e tendo essa certeza absurda de que será o último. Não dá para bagunçar as coisas assim porque depois você pega suas coisas e vai para a sua casa e quem arruma essa bagunça toda sou eu.

Não coloca o copo da cerveja na minha estante. Ei, espera, eu não deixei você dormir do meu lado da cama. Vamos combinar assim? Você precisa respeitar o meu espaço, afinal isso aqui é meu e eu vou acabar ficando louca com esse seu jeito de achar que manda nas coisas por aqui. Você não pode simplesmente chegar e começar a empurrar os móveis de um jeito que tudo pareça melhor para você. No final, eu não vou ter força para empurrar sozinha isso tudo de volta.

Eu não deixei que você entrasse sem pedir autorização. Era para você ter pedido para o porteiro interfonar. Eu teria tempo de arrumar as coisas por aqui. Eu tinha roupas jogadas na cama que eu queria ter guardado no armário. As fotos do meu ex-namorado ainda estavam no mural do meu quarto. Você tinha que ter me dado tempo para organizar minimamente a minha casa e a minha vida. Mas você decidiu fazer uma surpresa e combinou com o porteiro que subiria sem avisar. Você não tocou a campainha, foi abrindo, sem precisar de convite.

Você regravou a minha mensagem na caixa postal. Atendeu aos meus telefonemas. Fuçou as mensagens do meu celular. Você foi agindo assim, como se tudo o que envolvesse a mim dissesse respeito a você também. Eu não deixei que você entrasse e fizesse o que bem entendesse, mas quem disse que eu tive força de te mandar parar e voltar para o começo? Quando eu vi, seu cheiro já estava registrado na casa inteira e meus vizinhos te conheciam mais do que a mim.

Você não pode fazer minhas compras, mudar a decoração, nem deixar a toalha molhada na cama. Não enquanto eu não conseguir entender ainda como tudo isso foi acontecer, sem que eu tivesse controle de alguma coisa. Entenda, eu preciso do meu tempo, eu não vou abrindo a porta da minha casa assim, deixando que qualquer um entre, faça sua bagunça e conquiste seu espaço.

Mas, olha só, antes que eu me desse conta, você já tinha invadido minha casa. E arrombado, derrubado, escancarado a porta que eu mais temia: a do meu coração.

Texto escrito por Karine Rosa. Ela é dona do blog KarineRosa e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥

Entre aspas: Eu vou precisar de você mais do que você precisa de mim

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Então você passou por mim, esbarrando delicadamente sobre meu ombro, porém me fazendo tremer o bastante para derrubar o estojo em cima dos livros. Você o pega, devolve ao seu local de origem e sorrir para mim com os olhos mais lindos do mundo que me impediram de perceber qualquer mínimo detalhe sobre a sua blusa branca e a sua calça jeans rasgada. Meu coração começa a brincar de ping-pong com o meu peito e a minha respiração é semelhante a 5 minutos debaixo d’água sem oxigênio.
1… 2… 3… Eu consigo pensar em algo pra te responder, nada muito inteligente, mas é o máximo que eu consegui fazer. Então você me dar as costas e eu posso perceber todos os detalhes que eu não via antes como os ombros largos, a camisa branca roçando em seu braço não tão grande. Calça jeans masculina tem a péssima função de esconder o bagageiro, mas a sua não fazia um bom trabalho, você dobrou a esquina e eu te perdi de vista.
Pude perceber que aquilo não deve ter levado mais do que 3 minutos pra você, mas para mim foram os 3 minutos do jogo de basquete pouco antes do Buzzer Beat! Volto pra casa e fico pensando em como te encontrar de novo. Recebo um telefonema de um amigo da faculdade me chamando para uma pequena comemoração, dou uma desculpa de que é red days e meu humor não tá muito bom. Minha melhor amiga me liga e diz que pelo tom da minha voz eu to mentindo, 20min depois ela ta na porta da minha casa com um vestido lindo implorando pra que eu coubesse nele. 40min depois eu to na festa, começo a sentir o cheiro da bebida, meu amigo chega pra mim e pergunta se há alguma chance dele sai sem um braço caso eu fique de mal humor.
Eu estou com tédio.
Abro a bolsa, pego meu Kindle e me transfiro para uma realidade alternativa. Ren me faz rir, abaixo o e-book para limpar uma pequena lágrima do canto do olho e… Eu te vejo. De novo, seu sorriso… Seus olhos estão espremidos, suas mãos estão no abdômen, você ri como se quisesse praticar tiro ao alvo no meu coraç- Pera! Que sensação é essa?! Minha mãos soam, minha cabeça gira… Você olhou pra mim interrompendo qualquer tentativa de raciocínio. Pude perceber seus traços surpresos e suas palavras pedindo licença, você vem até mim. Recupero a minha expressão que deveria ser de deslumbrada, ergo o rosto para ver o que você tem a falar, você pede para segurar a minha mão, péssima ideia jovem rapaz! Minha mão fria e soada vai ao encontro da dele, quente e seca, ele levemente a aperta e uma sensação de segurança invade meu corpo. Curvo os meus dedos ao redor da sua mão pra indicar que eu estou ali, mesmo que a minha mãe seja tão pequena perto da tua.
Tu me pergunta se podemos dançar e eu seguro a tua mão e te levo, está escuro e as luzes da boate batem nos meus olhos, aperto novamente a sua mão com medo de cair, você responde a minha pressão passando o polegar pelas costas da minha mão. Ao chegarmos na pista eu tenho que deixar a sua mão ir, mas essa é a última coisa que eu quero. Então nos começamos a nos mover de um lado para o outro enquanto você me pergunta se já tinha me visto em algum lugar…
Texto escrito por Liz Fonteles. Ela me mostrou esse texto e disse que escreveu inspirada em um post do blog (eu até imagino qual, Ren ♥) Ela é dona do blog Aishinjite e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥

Entre aspas: O fundo do poço tem porão

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Muitas vezes a vida nos dá uma rasteira. A gente cai, machuca as costas, rala o cotovelo e esfola o joelho. E as lágrimas saem pretas, pois o rímel fica todo borrado. Nos sentimos num beco no qual a saída é inexistente. E, se existe, esqueceram de nos entregar um mapa com as coordenadas.

Quando algo dá errado, parece que todo o resto resolve dar errado também. Ao mesmo tempo. No mesmo momento. Naquele exato minuto. Oh, oh, o que está havendo? Sim, o fundo do poço tem porão. E subsolo. Se está acontecendo um problemão no trabalho, parece que o namorado resolve ficar chato, a mãe começa a cobrar a tua presença, os amigos parecem que estão sempre ocupados demais. Dá a sensação de que o mundo inteiro resolveu te apontar o dedo e dizer: nada dará certo. Vira tudo uma grande meleca. E ninguém quer nos explicar como sair dela.

Vocês terminaram o namoro. No dia seguinte, tu vai ao médico e, bingo, qual o nome dele? João. Tá andando na rua e escuta alguém gritando “Joãoooooo”. Na fila do supermercado, João. João. João. Parece que todo mundo resolveu ter o mesmo nome do ex. Nossa, nunca vi tantos carros verde esmeralda, do mesmo modelo que o dele! De hora em hora toca a nossa música no rádio. Parece até conspiração, certo? Errado.

Tudo depende do nosso ponto de vista. Se olharmos com cara feia pra vida, ela vai nos retribuir da mesma forma. Vai nos dar o troco. Não existe conspiração internacional. João? Tem muitos. Carros verde esmeralda? Diversos. A música toca a todo instante? Sim. É que tu nunca tinha percebido isso…até ficar sem o João. Se o problemão no trabalho te afetou, com certeza vais ficar mais sensível…isso faz com que veja tudo sob outro prisma. Se achar que está tudo ruim, tudo ficará ruim mesmo.

Quando tudo está semi-perdido temos que buscar uma pontinha-aquela pontinha-de perseverança. As coisas mudam. Pra melhor. Basta querermos. Pra isso acontecer a gente tem que acreditar na gente. Always. Em primeiríssimo lugar. Para todo o sempre. Se nem a gente tem fé na gente, quem terá? Sim, é um papo otimista. Mas verdadeiro.

Grande parte das nossas frustrações acontecem quando a gente espera que o outro tenha as mesmas atitudes que nós teríamos em determinada situação. Mas o outro é somente o outro. Ninguém é igual a ninguém. E nunca será. E pra nos ajudar a sair do fundo do poço, porão ou subsolo…só a gente mesmo. O outro, por mais que te ame e queira teu bem, não pode fazer isso por ti. Nem que ele quisesse.

Texto escrito por Clarissa Corrêa. Vi esse texto no blog Clarissa Corrêa e simplesmente tive que postar. Parabéns para a autora. ♥